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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Cidadania sustentável e sustentabilidade - 7ª serie - C.D.E.A.T.

Nunca antes se ouviu falar tanto nessa palavra quanto nos dias atuais: Sustentabilidade. Mas, afinal de contas, o que é sustentabilidade? Segundo a Wikipédia: “sustentabilidade é um conceito sistêmico; relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana”. Mas você ainda pode pensar: “E que isso tudo pode significar na prática?”

 

terça-feira, 10 de julho de 2012

GLOSSÁRIO GAUCHESCO


 A -
A meia guampa, Meio bêbado
Alçar a perna, expr. Montar a cavalo.
Andarengo, s. e adj. Caminhador, andador, andejo; pessoa que viaja constantemente a cavalo.
Aprochegar, v. Aproximar-se, chegar perto.
- B -
Bagual, 1. Cavalo arisco, selvagem. 2. Fig. Pessoa grosseira, pouco sociável, rude.
Baguala, s. e adj. Feminino de bagual. Bonito, vistoso, muito grande. // Equino selvagem, isto é, ainda não domado. Cavalo novo e arisco. Potro domado recentemente. Cavalo manso que se tornou selvagem. Reprodutor, pastor, animal não castrado. // Aplica-se também a pessoas, tanto no sentido pejorativo como elevado.
Balaio, 1. Cesto. 2. Dança antiga introduzida no RS pelos Açorianos.
Bem querer, a pessoa amada.
Bochincho, 1. Baile popular. 2. Desordem, briga, bagunça.
Boi Barroso, Bovino com pêlo branco-amarelado.
Boiguaçu, s. Cobra grande. (Do Tupi).
Bolear-se, v. Jogar-se ao solo o cavalo com o cavaleiro, com os arreios, ou mesmo desencilhado.
Bolicho, s. Casa de negócio de pequeno sortimento e de pouca importância. Bodega. Taberninha. 
- C -
Caborteiro, s. e adj. Cavalo ou outro animal, manhoso, arisco, infiel, velhaqueador, que não se deixa pegar. // Indivíduo velhaco, esperto, manhoso, mau, mentiroso, trapaceiro, tratante, que vive de expedientes. // Var.:Cavorteiro.
Campo Santo, Cemitério.
Candeeiro, s. Pequena lâmpada de folha, para alumiar, afunilada, abastecida com querosene ou óleo vegetal, antigamente muito usada na campanha. Lamparina. O mesmo que candieiro ou candiero.
Canga, Peça de madeira da carreta ou do arado que prende o boi pelo pescoço.
Causo, s. Caso, conto, acontecimento, história, narrativa.
Cerro, s. Elevação, monte, morro.
Chapéu de Vaca, Fig. Chifres, cornos. Um par de guampas.
Chilena, s. Espora com roseta muito grande.
Chimarrão, Bebida quente e amarga, típica do gaúcho. Infusão de erva mate (Ilex Paraguayensis) preparada em cuia de porongo e sorvida através da bomba (tubo metálico com um ralo na extremidade inferior).
China, s. Descendente ou mulher de índio, ou pessoa do sexo feminino que apresenta alguns dos característicos étnicos das mulheres indígenas. // Cabocla, mulher morena. // Mulher de vida fácil. // (Parece provir do quíchua, xina, que significa aia).
Chinoca, Diminutivo de china (mulher descendente de indios, morena, cabocla).
Chote, Ritmo e dança de origem européia muito comum nos fandangos gaúchos.
Churrasco, Carne assada no calor da brasa.
Colorado, Torcedor do Sport Club Internacional.
Coronilha, s. Árvore (Scutia Buxifolia, Reiss) cuja madeira é muito resistente. // Em sentido figurado, indivíduo forte, guapo, disposto, resistente, valente.
Coxilhas, s. Grandes extensões onduladas de campinas cobertas de pastagem, que constituem a maior parte do território rio-grandense e onde se desenvolve a atividade pastoril dos gaúchos.
Colorado, Torcedor do Sport Club Internacional.
Coxilhas, Grandes extensões onduladas de campinas, típicas da planície sul-riograndense, cobertas de pastagem onde se desenvolve a pecuária. 
- D -
De relancina, loc. adv. Repentinamente, de relance, fugazmente, ligeiramente, velozmente, num repente.De valde, expr. Sem uma razão específica. // O mesmo que de balde.
- E -
Eh-cuê, interj. Exprime admiração, espanto. O mesmo que cuê-pucha, cuê, cuê-puna, epucha.
Embretar-se, Fig. Meter-se em apuros.
Entrevero, s. Mistura, desordem, confusão de pessoas, animais ou objetos. //
Estância, s. Estabelecimento rural destinado à criação de gado, constituído de grande extensão de campo dividido por cercas de arame, em diversas invernadas, casa de residência do proprietário, casas de empregados, currais, mangueiras, galpões, lavouras, banheiro carrapaticida e outras instalações. Fazenda de criação. Fazenda.
Encilhar, Colocar os arreios no animal. Apertar com a cilha. 
- F -
Fandango, s. Denominação genérica de antigos bailes campestres, constituidos de danças sapateadas, executadas alternadamente com canções populares, com acompanhamento de viola.  Hoje essas danças estão quase abandonadas nos bailes populares, sendo praticadas, porém, nos centros de culto às tradições gauchescas, que existem em grande número em todo o território do Estado. Atualmente o termo fandango serve para designar qualquer baile ou divertimento.
Farrapo, s. e adj. Alcunha deprimente que os imperiais davam aos revolucionários de 1835. O apelido aviltante, alusivo à miséria em que se encontravam os farrapos, transformou-se, porém, em vista do civismo e da bravura que sempre demonstraram, em legenda de glória e heroísmo de que se orgulham todos os seus descendentes. // Relativo aos farrapos.
Fazer cosca, Fazer cócegas.
- G -
Galego, s. Alcunha que os farrapos davam aos legalistas. O mesmo que absolutista, camelo, caramuru, restaurador corcunda.
Galpão, Construção rústica, geralmente coberta de Santa-Fé, com chão de terra batida ou madeira bruta. Serve de abrigo e aconchego à peonada da estância. É nele que nas horas de folga, ao redor do fogo de chão, acontecem churrascos e rodas de chimarrão, com muita música e gente contando causos.
Gauchada, Grande quantidade de gaúchos.
Gauchesco, adj. Relativo ao gaúcho.
Gauderiar, v. Vagabundear, andar errante, de casa em casa, sem ocupação séria, vivendo às expensas de outrem. Gandular, filar. Vagamundear. Viver sem eira nem beira. Tornar-se gaudério.
Gaudério, s. e adj. Pessoa que não tem ocupação séria e vive à custa dos outros, andando de casa em casa. Denominação dada ao antigo gaúcho, em sentido depreciativo. // Índio-vago, andarengo. // Pessoa que viaja muito. Gaúcho.
Grossura, Ato ou expressão grosseira.
Guacho, s. e adj. Animal ou pessoa criado sem mãe ou sem leite materno.
Guaiaca, s. Cinto largo de couro macio, às vezes de couro de lontra ou de camurça, ordinariamente enfeitado com bordados ou com moedas de prata ou de ouro, que serve para o porte de armas e para guardar dinheiro e pequenos objetos.
Guasquear, v. Dar com guasca (tira de couro cru) num animal. Castigar uma pessoa. Guasquear no chão: cair, tombar.
- H -
Haragano, 1. Cavalo arisco, que dificilmente se deixa agarrar. 2. Fig. Pessoa que vive vadiando, sem ocupação. 
- I -
Índio, s. Homem do campo. Peão de estância. Indivíduo valente, bravo, disposto, destemido, valoroso.
Invernada, 1. Inverno rigoroso. 2. Grande extensão de campo cercado usado para criar, engordar, cruzar, etc. 
- J -
Jacutinga, Ave galiforme da família dos cracídeos.
Jogo do osso, s. Jogo muito usado na fronteira, principalmente pela baixa camada social. Consiste no arremesso de um osso de garrão de vacum, chamado tava ou taba, sobre uma cancha plana, de chão nem muito duro nem muito mole. Se o osso com o lado arredondado para baixo é culo e perde quem o arremessou. Se fica para baixo o lado chato do osso é suerte e ganha quem efetuou o lançamento. Se ficar equilibrado sobre uma das extremidades, ocorre uma clavada. Ao lado da raia fica o depositário da parada, chamado coimeiro.
- L -
Lá de fora, Lá do campo.
Laço, s. Corda trançada de tiras de couro cru, de comprimento que varia entre oito e dezoito braças, ou seja, de dezessete a quarenta metros; é constituido de argola, ilhapa, corpo do laço e presilha.
Lindeiro, s. Ao lado de, vizinho.
Lombilho, Peça principal dos arreios. Espécie de sela. 
- M -

Maleva, s. e adj. Bandido, malfeitor, malfazejo, desalmado, perverso, desapiedado, malévolo, mau, genioso, velhaco, cruel, de maus instintos. //Cavalo infiel que por qualquer coisa corcoveia. // O mesmo que malevo emalebra.
Mamona, s. e adj. Diz-se de ou a terneira de sobreano que ainda mama.
Manantial, s. Sumidouro, tremedal, paul, pântano. // Nascente, vertente. // Var.: Manancial.Mangueira, s. Grande curral construído de pedra ou de madeira, junto à casa da estância, destinado a encerrar o gado para marcação, castração, cura de bicheiras, aparte e outros trabalhos.
Manotaço, s. Pancada que o animal cavalar ou muar dá com uma das patas dianteiras ou com ambas. // Bofetada, pancada com a mão, dada por pessoa. // Em sentido figurado, desfeita, afronta.
Matungona, adj. Ordinária, comum, velha, feiosa, ridícula.
Mundeo, s. O mesmo que mundéu, armadilha para apanhar caça. // Traição.
- N -
Negrinho do Pastoreio, Lenda gaúcha que conta a história dos maus tratos sofridos por um menino escravo que acabou se transformando numa espécie de anjo bom dos pampas. Diz a lenda que acendendo uma vela ao Negrinho, ele nos ajuda a encontrar o que procuramos. 
- O -
Oigalê!, interj. Exprime admiração, espanto, alegria.
Olada, s. Ocasião, oportunidade, sorte, potra, momento propício que deve ser aproveitado para se conseguir algo. Estar de olada significa estar com sorte, sobretudo no jogo.
- P -
Pampa, s. Denominação dada às vastas planícies do Rio Grande do Sul e dos países do Prata, cobertas de excelentes pastagens, que servem para criação de gado, principalmente bovino, cavalar e lanígero. Apesar de haver sido usado algumas vezes no feminino, o termo, é considerado do gênero masculino pela maioria dos estudiosos da matéria. // Nome dado aos antigos índios que habitavam o pampa. (É palavra da língua quíchua:pampa, campo aberto, planura, savana).
Pangaré, 1. Cavalo cujo pêlo é de um tom vermelho amarelado. 2. Matungo, cavalo ruim.
Parar rodeio, Reunir o gado no rodeio para marcar, castrar, examinar, etc.
Parelheiro, s. Cavalo preparado para a disputa de carreiras. Cavalo de corrida. (Deve provir de parelha, já que a maioria das corridas realizadas, anteriormente, no Rio Grande do Sul, eram apenas de dois cavalos).
Pastoreio, s. Lugar em que se pastoreia o gado. O gado submetido a pastoreio. Pastorejo. // Negro Pastoreio, imagem poética referente à lenda do Negrinho do Pastoreio (J. Simões Lopes Neto, Contos Gauchescos e Lendas do Sul).
Pealar, 1. Laçar um animal que está correndo pelas patas da frente. 2. Fig. Pegar alguém de surpresa.
Peleia, s. Peleja, pugilato, contenda, briga, rusga, disputa, combate, luta entre forças beligerantes.
Pingo, s. Cavalo bom, corredor, bonito, fogoso, vistoso, árdego.
Poncho, s. Espécie de capa de pano de lã, de forma retangular, ovalada ou redonda, com uma abertura no centro, por onde se enfia a cabeça. É o agasalho tradicional do gaúcho no campo. // O poncho é utilizado também como arma, pois, com ele, o gaúcho se protege nas brigas de ferro-branco, enrolando-o no braço ou jogando-o ao solo para, com um tirão, desequilibrar o adversário que nele pisar inadvertidamente.
Posteiro, s. Agregado de estância que mora geralmente nos limites do campo, o qual é incumbido de zelar pelas cercas, cuidar do gado, não permitir invasão de estranhos, ajudar nos rodeios e executar outras tarefas.
Prenda, s. Jóia, relíquia, presente de valor. // Em sentido figurado, moça gaúcha.
- Q -
Quadrilha, s. Contradança de salão, de origem francesa, muito em voga no século XIX, e de caráter alegre e movimentado, na qual tomam parte diversos pares. // A música que acompanha essa contradança.
Querência, s. Lugar onde alguém nasceu, se criou ou se acostumou a viver, e ao qual procura voltar quando dele afastado. // Lugar onde habitualmente o gado pasta ou onde foi criado. //Pátria, pagos, torrão, rincão, lar (Etim.: É vocábulo castelhano; entretanto, há, em português, querença, com a mesma significação).
- R -
Rancho, s. Casebre de pau a pique, coberto de santa fé, com um couro como porta, onde moram peões ou gente pobre. Qualquer morada humilde. Palhoça, choupana.
Redomona, s. Feminino de redomão, cavalo novo que está sendo domado.
Relho, Chicote pequeno com cabo de madeira e couro torcido.
Repontar, 1. Começar a surgir, despontar. 2. Tocar o gado de um lugar a outro.
Retouçar, v. Faceirar, namorar, brincar. Retoçar.
Rodeio, s. Lugar no campo de uma estância onde habitualmante se reúne o gado para contar, apartar, examinar, marcar, assinalar, castrar, vacinar, dar sal, curar bicheiras, etc. É também o conjunto de reses reunidas norodeio. // Figuradamente, conjunto, grupo.
- S -
Salamanca, s. Salamandra. Furna encantada. A Salamanca do Jarau é uma bonita lenda do tempo das missões jesuíticas, descrita por J. Simões Lopes Neto em seu livro Contos Gauchesco e Lendas do Sul.
Sanga, s. Pequeno curso d’água, menor que um regato ou arroio. Ribeiro pequeno que seca facilmente.
Sirigaita, Mulher assanhada, tagarela, escandalosa.
Solito, adj. Isolado, sozinho, sem companhia.
Sorongo, s. Arrasta-pé, baile de baixa classe, caroço. O mesmo que surungo ou sorungo.
Sorra, s. Feminino de sorro, guaraxaim. Indivíduo falso, com aparência de bom, mas pérfido no fundo.

- T -
Tapera, s. Casa de campo, rancho, qualquer habitação abandonada, quase sempre em ruínas, com algumas paredes de pé e algum arvoredo velho. // Adj. Diz-se da morada deserta, inabitada, triste.
Taura, s. e adj. Diz-se de ou indivíduo valente, arrojado, destemido, valoroso, forte, guapo, resistente, enérgico, folgazão, expansivo, perito em algum assunto, que está sempre disposto a tudo.
Tchê, interj. Equivale a tu, aí ou tu simplesmente. Usa-se também como vocativo: "Como vai, tchê?"; para chamar a atenção: "Tchê!, que mulher bonita!". Pode indicar espanto ou zombaria. O mesmo que chê, ché e tiê.
Terneiro mamão, Bezerro, novilho. Filhote da vaca de mais de um ano que ainda mama.
Tirador, s. Espécie de avental de couro macio, ou pelego, que os laçadores usam pendente da cintura, do lado esquerdo, para proteger a roupa e o corpo do atrito do laço.
Tocar por diante, expr. Expulsar, enxotar, correr. // Conduzir, repontar, levar por diante.
Tropeada, s. Ato de tropear. Caminhada com a tropa.
Tropeiro, s. Condutor de tropas, de gado, de éguas, de mulas, ou de cargueiros. Pessoa que se ocupa em comprar e vender tropas de gado, de éguas ou de mulas. Peão que ajuda a conduzir a tropa, que tem por profissão ajudar a conduzir tropas.
Trotear, Andar a trote.
Tundo, Dou uma surra, bato.
- U -
Umbú,  É, como o pinheiro e a figueira, uma das árvores simbólicas do Rio Grande do Sul .
- Z -
Zaino, adj. Diz-se do animal cavalar ou muar de pêlo castanho escuro. Há as seguintes variedades: zaino-negro, zaino-pangaré, zaino-pinhão, zaino-requeimado. (É vocábulo castelhano).

segunda-feira, 9 de julho de 2012

CULTURA GAÚCHA

         Com o objetivo de valorizar a cultura gaúcha, bem como oportunizar vivências, práticas e ações que destaquem aspectos das raízes culturais do tradicionalismo gaúcho, entre tantos outros. Estão sendo trabalhadas oficinas de exploração e produção de texto com base nos conhecimentos sobre o Rio Grande do Sul, orientados pelas funções discursivas na modalidade de Gênero Textual: Memórias Literárias.


De acordo ao que foi trabalhado até aqui, proponho aos alunos dos 6º e 7º anos (E. J. E.) que criem outros enunciados utilizando as expressões típicas do gaúcho, a exemplo do que será mostrado abaixo. Não se esqueçam de consultar o glossário gauchesco como referência nesta atividade.

Abaixo, alguns trechos dos Contos Gauchescos, livro publicado em 1912 e que, apesar do tempo passado, permanece atual, pois a linguagem pampeana não se modificou muito ao longo dos anos, devido ao relativo isolamento.

“Ah! Esqueci de dizer-lhe que andava comigo um cachorrinho brasino, um cusco mui esperto...”

Ø  Seguindo a regra do Espanhol, há “mui” e “muito”, utilizados nas mesmas condições do Espanhol. Contudo, essa é uma frase muito mais próxima do Português que a maioria das outras frases gaúchas, pois utiliza o verbo “esquecer” (mais usual “olvidar”) e o diminutivo “inho” (mais usual “ito”).

“Chinoca airosa, 
Lindaça como o sol, fresca 
como uma rosa”


Ø  Tanto as desinências “oca” e “aça” quanto o 
adjetivo “airosa” são advindos 
do Espanhol, e utilizados largamente.

 “Cuê-pucha!... é bicho mau, o homem. Conte 
vancê as maldades que nós fazemos (...), nunca 
me esqueço dum caso que vi e que me ficou cá na lembrança e ficará té eu morrer”

Ø  O “vancê”, embora não esteja de acordo com a regra gramatical, indica a utilização dos pronomes pessoal (tu) e de tratamento (você) em situações claramente definidas, ao contrário do Português Brasileiro e de acordo com o Português Europeu e o Espanhol Castelhano.
Quando diz “que me ficou”, utiliza o pronome “me” onde, seguramente seria utilizado por um hispânico, e não o seria por um luso-brasileiro.




“O outro, o ruivo (...), vinha todo de preto, com um gabão de pano piloto (...) e de botas russilhonas, sem esporas”. 

“Pela pinta devia ser mui maturrango.”

Ø  Ruivo, não corresponde ao “ruivo” do Português (cabelo avermelhado), mas ao “rubio” do Espanhol (loiro).
                                                                               

                                                   BOM TRABALHO!!!

quarta-feira, 14 de março de 2012

Avaliação de atividade: 7º ano - Escolinha Jardim Encantado



De acordo com a exibição do filme “Órbita da Terra em torno do Sol”, feita no dia 14/03/2012, comente acerca dos questionamentos levantados, expondo sua aprendizagem de forma objetiva e clara.
1)      O que foi mostrado neste vídeo?
2)      O que mais chamou a minha atenção sobre o que foi mostrado na aula?
3)      As informações novas que aprendi foram...
4)      Em relação ao estudo abordado, gostaria de saber um pouco mais sobre...
5)      A informação que foi falada e que eu já conhecia foi ...
6)      Meu desempenho durante a atividade (contribuiu para o entendimento da turma ou causei algum transtorno no andamento da aula)
7)      O que mais me interessa nas aulas de Ciências é...

Bom trabalho!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

PEÇA TEATRAL - PROJETO SEM COR - CEMA

Este vídeo foi apresentado na culminância do "Projeto Sem Cor", sendo produto das oficinas sobre o Apartheid - tema central neste ano - na comemoração do Dia da Consciência Negra - no qual, o texto teatral foi produzido pelas alunas Silmara, Dirly Ellen e Beatriz Paiva (ambas do 9º ano), e ainda contou com a participação de alunos do 7º, 8º e 9º ano como elenco, que serão apresentados ao final da exibição de nossa peça.
Sabemos que o regime de segregação do Apartheid aconteceu anos após a colonização do Brasil, mas, o aspecto que os alunos intentaram explicitar aqui, é a questão da separação e discriminação ao negro devido à sua cultura e posição diante do domínio dos colonizadores na época, ou seja, sempre houve racismo por parte da sociedade com relação aos "afrodescendentes".
Não podemos nos esquecer de que: "raça!!! É uma ...  humana", o que devemos lutar é pelos direitos de igualdade entre as diversas etnias.




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