segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Cidadania sustentável e sustentabilidade - 7ª serie - C.D.E.A.T.
terça-feira, 10 de julho de 2012
GLOSSÁRIO GAUCHESCO
A -
A meia guampa, Meio bêbado
Alçar a perna, expr. Montar a cavalo.
Andarengo, s. e adj. Caminhador, andador,
andejo; pessoa que viaja constantemente a cavalo.
Aprochegar, v. Aproximar-se, chegar perto.
- B -
Bagual, 1. Cavalo arisco,
selvagem. 2. Fig. Pessoa grosseira, pouco sociável, rude.
Baguala, s. e adj. Feminino de bagual.
Bonito, vistoso, muito grande. // Equino selvagem, isto é, ainda não domado.
Cavalo novo e arisco. Potro domado recentemente. Cavalo manso que se tornou
selvagem. Reprodutor, pastor, animal não castrado. // Aplica-se também a
pessoas, tanto no sentido pejorativo como elevado.
Balaio, 1. Cesto. 2. Dança antiga
introduzida no RS pelos Açorianos.
Bem querer, a pessoa amada.
Bochincho, 1. Baile popular. 2. Desordem,
briga, bagunça.
Boi Barroso, Bovino com pêlo branco-amarelado.
Boiguaçu, s. Cobra grande. (Do Tupi).
Bolear-se, v. Jogar-se ao solo o cavalo com o
cavaleiro, com os arreios, ou mesmo desencilhado.
Bolicho, s. Casa de negócio de pequeno
sortimento e de pouca importância. Bodega. Taberninha.
- C -
Caborteiro, s. e adj. Cavalo
ou outro animal, manhoso, arisco, infiel, velhaqueador, que não se deixa pegar.
// Indivíduo velhaco, esperto, manhoso, mau, mentiroso, trapaceiro, tratante,
que vive de expedientes. // Var.:Cavorteiro.
Campo Santo, Cemitério.
Candeeiro, s. Pequena lâmpada de folha, para
alumiar, afunilada, abastecida com querosene ou óleo vegetal, antigamente muito
usada na campanha. Lamparina. O mesmo que candieiro ou candiero.
Canga, Peça de madeira da carreta ou do
arado que prende o boi pelo pescoço.
Causo, s. Caso, conto, acontecimento,
história, narrativa.
Cerro, s. Elevação, monte, morro.
Chapéu de Vaca, Fig. Chifres, cornos. Um par de
guampas.
Chilena, s. Espora com roseta muito grande.
Chimarrão, Bebida quente e amarga, típica do
gaúcho. Infusão de erva mate (Ilex Paraguayensis) preparada em cuia de porongo
e sorvida através da bomba (tubo metálico com um ralo na extremidade inferior).
China, s. Descendente ou mulher de índio,
ou pessoa do sexo feminino que apresenta alguns dos característicos étnicos das
mulheres indígenas. // Cabocla, mulher morena. // Mulher de vida fácil. //
(Parece provir do quíchua, xina, que significa aia).
Chinoca, Diminutivo de china (mulher
descendente de indios, morena, cabocla).
Chote, Ritmo e dança de origem européia
muito comum nos fandangos gaúchos.
Churrasco, Carne assada no calor da brasa.
Colorado, Torcedor do Sport Club Internacional.
Coronilha, s. Árvore (Scutia
Buxifolia, Reiss) cuja madeira é muito resistente. // Em sentido
figurado, indivíduo forte, guapo, disposto, resistente, valente.
Coxilhas, s. Grandes extensões onduladas de
campinas cobertas de pastagem, que constituem a maior parte do território
rio-grandense e onde se desenvolve a atividade pastoril dos gaúchos.
Colorado, Torcedor do Sport Club Internacional.
Coxilhas, Grandes extensões onduladas de
campinas, típicas da planície sul-riograndense, cobertas de pastagem onde se
desenvolve a pecuária.
- D -
De relancina, loc. adv.
Repentinamente, de relance, fugazmente, ligeiramente, velozmente, num repente.De valde, expr. Sem uma
razão específica. // O mesmo que de balde.
- E -
Eh-cuê, interj. Exprime
admiração, espanto. O mesmo que cuê-pucha, cuê, cuê-puna, epucha.
Embretar-se, Fig. Meter-se em apuros.
Entrevero, s. Mistura, desordem, confusão de
pessoas, animais ou objetos. //
Estância, s. Estabelecimento rural destinado
à criação de gado, constituído de grande extensão de campo dividido por cercas
de arame, em diversas invernadas, casa de residência do proprietário, casas de
empregados, currais, mangueiras, galpões, lavouras, banheiro carrapaticida e
outras instalações. Fazenda de criação. Fazenda.
Encilhar, Colocar os arreios no animal.
Apertar com a cilha.
- F -
Fandango, s. Denominação
genérica de antigos bailes campestres, constituidos de danças sapateadas,
executadas alternadamente com canções populares, com acompanhamento de viola.
Hoje essas danças estão quase abandonadas nos bailes populares,
sendo praticadas, porém, nos centros de culto às tradições gauchescas, que
existem em grande número em todo o território do Estado. Atualmente o
termo fandango serve para
designar qualquer baile ou divertimento.
Farrapo, s. e adj. Alcunha deprimente que os
imperiais davam aos revolucionários de 1835. O apelido aviltante, alusivo à
miséria em que se encontravam os farrapos, transformou-se, porém,
em vista do civismo e da bravura que sempre demonstraram, em legenda de glória
e heroísmo de que se orgulham todos os seus descendentes. // Relativo aos farrapos.
Fazer cosca, Fazer cócegas.
- G -
Galego, s. Alcunha que
os farrapos davam aos legalistas. O mesmo que absolutista, camelo, caramuru,
restaurador corcunda.
Galpão, Construção rústica, geralmente
coberta de Santa-Fé, com chão de terra batida ou madeira bruta. Serve de abrigo
e aconchego à peonada da estância. É nele que nas horas de folga, ao redor do
fogo de chão, acontecem churrascos e rodas de chimarrão, com muita música e
gente contando causos.
Gauchada, Grande quantidade de gaúchos.
Gauchesco, adj. Relativo ao gaúcho.
Gauderiar, v. Vagabundear, andar errante, de
casa em casa, sem ocupação séria, vivendo às expensas de outrem. Gandular,
filar. Vagamundear. Viver sem eira nem beira. Tornar-se gaudério.
Gaudério, s. e adj. Pessoa que não tem
ocupação séria e vive à custa dos outros, andando de casa em casa. Denominação
dada ao antigo gaúcho, em sentido depreciativo. // Índio-vago, andarengo. //
Pessoa que viaja muito. Gaúcho.
Grossura, Ato ou expressão grosseira.
Guacho, s. e adj. Animal ou pessoa criado
sem mãe ou sem leite materno.
Guaiaca, s. Cinto largo de couro macio, às
vezes de couro de lontra ou de camurça, ordinariamente enfeitado com bordados
ou com moedas de prata ou de ouro, que serve para o porte de armas e para
guardar dinheiro e pequenos objetos.
Guasquear, v. Dar com guasca (tira de couro
cru) num animal. Castigar uma pessoa. Guasquear no chão: cair, tombar.
- H -
Haragano, 1. Cavalo arisco, que dificilmente se
deixa agarrar. 2. Fig. Pessoa que vive vadiando, sem ocupação.
- I -
Índio, s. Homem do campo.
Peão de estância. Indivíduo valente, bravo, disposto, destemido, valoroso.
Invernada, 1. Inverno rigoroso. 2. Grande
extensão de campo cercado usado para criar, engordar, cruzar, etc.
- J -
Jacutinga, Ave galiforme da
família dos cracídeos.
Jogo do osso, s. Jogo muito usado na fronteira,
principalmente pela baixa camada social. Consiste no arremesso de um osso de
garrão de vacum, chamado tava ou taba, sobre uma
cancha plana, de chão nem muito duro nem muito mole. Se o osso com o lado
arredondado para baixo é culo e perde quem o arremessou. Se
fica para baixo o lado chato do osso é suerte e ganha quem
efetuou o lançamento. Se ficar equilibrado sobre uma das extremidades, ocorre
uma clavada. Ao lado da raia fica o depositário da parada,
chamado coimeiro.
- L -
Lá de fora, Lá do campo.
Laço, s. Corda trançada de tiras de couro
cru, de comprimento que varia entre oito e dezoito braças, ou seja, de
dezessete a quarenta metros; é constituido de argola, ilhapa, corpo do laço e
presilha.
Lindeiro, s. Ao lado de, vizinho.
Lombilho, Peça principal dos arreios. Espécie
de sela.
- M -
Maleva, s. e adj. Bandido, malfeitor, malfazejo, desalmado, perverso, desapiedado, malévolo, mau, genioso, velhaco, cruel, de maus instintos. //Cavalo infiel que por qualquer coisa corcoveia. // O mesmo que malevo emalebra.
Mamona, s. e adj. Diz-se de ou a terneira de
sobreano que ainda mama.
Manantial, s. Sumidouro, tremedal, paul,
pântano. // Nascente, vertente. // Var.: Manancial.Mangueira, s.
Grande curral construído de pedra ou de madeira, junto à casa da estância,
destinado a encerrar o gado para marcação, castração, cura de bicheiras, aparte
e outros trabalhos.
Manotaço, s. Pancada que o animal cavalar ou
muar dá com uma das patas dianteiras ou com ambas. // Bofetada, pancada com a
mão, dada por pessoa. // Em sentido figurado, desfeita, afronta.
Matungona, adj. Ordinária, comum, velha, feiosa,
ridícula.
Mundeo, s. O mesmo que mundéu,
armadilha para apanhar caça. // Traição.
- N -
Negrinho do
Pastoreio,
Lenda gaúcha que conta a história dos maus tratos sofridos por um menino
escravo que acabou se transformando numa espécie de anjo bom dos pampas. Diz a
lenda que acendendo uma vela ao Negrinho, ele nos ajuda a encontrar o que
procuramos.
- O -
Oigalê!, interj. Exprime
admiração, espanto, alegria.
Olada, s. Ocasião, oportunidade, sorte,
potra, momento propício que deve ser aproveitado para se conseguir algo. Estar
de olada significa estar com sorte, sobretudo no jogo.
- P -
Pampa, s. Denominação dada
às vastas planícies do Rio Grande do Sul e dos países do Prata, cobertas de
excelentes pastagens, que servem para criação de gado, principalmente bovino,
cavalar e lanígero. Apesar de haver sido usado algumas vezes no feminino, o
termo, é considerado do gênero masculino pela maioria dos estudiosos da
matéria. // Nome dado aos antigos índios que habitavam o pampa. (É palavra da
língua quíchua:pampa, campo aberto, planura, savana).
Pangaré, 1. Cavalo cujo pêlo é de um tom
vermelho amarelado. 2. Matungo, cavalo ruim.
Parar rodeio, Reunir o gado no rodeio para
marcar, castrar, examinar, etc.
Parelheiro, s. Cavalo preparado para a
disputa de carreiras. Cavalo de corrida. (Deve provir de parelha,
já que a maioria das corridas realizadas, anteriormente, no Rio Grande do Sul,
eram apenas de dois cavalos).
Pastoreio, s. Lugar em que se pastoreia o
gado. O gado submetido a pastoreio. Pastorejo. // Negro
Pastoreio, imagem poética referente à lenda do Negrinho do Pastoreio (J.
Simões Lopes Neto, Contos Gauchescos e Lendas do Sul).
Pealar, 1. Laçar um animal que está
correndo pelas patas da frente. 2. Fig. Pegar alguém de surpresa.
Peleia, s. Peleja, pugilato, contenda, briga,
rusga, disputa, combate, luta entre forças beligerantes.
Pingo, s. Cavalo bom, corredor, bonito,
fogoso, vistoso, árdego.
Poncho, s. Espécie de capa de pano de
lã, de forma retangular, ovalada ou redonda, com uma abertura no centro, por
onde se enfia a cabeça. É o agasalho tradicional do gaúcho no campo. // O poncho é
utilizado também como arma, pois, com ele, o gaúcho se protege nas brigas de
ferro-branco, enrolando-o no braço ou jogando-o ao solo para, com um tirão,
desequilibrar o adversário que nele pisar inadvertidamente.
Posteiro, s. Agregado de estância que mora
geralmente nos limites do campo, o qual é incumbido de zelar pelas cercas,
cuidar do gado, não permitir invasão de estranhos, ajudar nos rodeios e
executar outras tarefas.
Prenda, s. Jóia, relíquia, presente de valor.
// Em sentido figurado, moça gaúcha.
- Q -
Quadrilha, s. Contradança de
salão, de origem francesa, muito em voga no século XIX, e de caráter alegre e
movimentado, na qual tomam parte diversos pares. // A música que acompanha essa
contradança.
Querência, s. Lugar onde alguém nasceu, se
criou ou se acostumou a viver, e ao qual procura voltar quando dele afastado.
// Lugar onde habitualmente o gado pasta ou onde foi criado. //Pátria, pagos,
torrão, rincão, lar (Etim.: É vocábulo castelhano; entretanto, há, em
português, querença, com a mesma significação).
- R -
Rancho, s. Casebre de pau a pique, coberto de
santa fé, com um couro como porta, onde moram peões ou gente pobre. Qualquer morada
humilde. Palhoça, choupana.
Redomona, s. Feminino de redomão, cavalo
novo que está sendo domado.
Relho, Chicote pequeno com cabo de madeira
e couro torcido.
Repontar, 1. Começar a surgir, despontar. 2.
Tocar o gado de um lugar a outro.
Retouçar, v. Faceirar, namorar, brincar. Retoçar.
Rodeio, s. Lugar no campo de uma estância
onde habitualmante se reúne o gado para contar, apartar, examinar, marcar,
assinalar, castrar, vacinar, dar sal, curar bicheiras, etc. É também o conjunto
de reses reunidas norodeio. // Figuradamente, conjunto, grupo.
- S -
Salamanca, s. Salamandra.
Furna encantada. A Salamanca do Jarau é uma bonita lenda do tempo das missões
jesuíticas, descrita por J. Simões Lopes Neto em seu livro Contos Gauchesco e Lendas do Sul.
Sanga, s. Pequeno curso d’água, menor
que um regato ou arroio. Ribeiro pequeno que seca facilmente.
Sirigaita, Mulher assanhada, tagarela,
escandalosa.
Solito, adj. Isolado, sozinho, sem
companhia.
Sorongo, s. Arrasta-pé, baile de baixa classe,
caroço. O mesmo que surungo ou sorungo.
Sorra, s. Feminino de sorro,
guaraxaim. Indivíduo falso, com aparência de bom, mas pérfido no fundo.
- T -
Tapera, s. Casa de campo,
rancho, qualquer habitação abandonada, quase sempre em ruínas, com algumas
paredes de pé e algum arvoredo velho. // Adj. Diz-se da morada deserta,
inabitada, triste.
Taura, s. e adj. Diz-se de ou
indivíduo valente, arrojado, destemido, valoroso, forte, guapo, resistente,
enérgico, folgazão, expansivo, perito em algum assunto, que está sempre
disposto a tudo.
Tchê, interj. Equivale a tu,
aí ou tu simplesmente. Usa-se também como vocativo:
"Como vai, tchê?"; para chamar a atenção: "Tchê!,
que mulher bonita!". Pode indicar espanto ou zombaria. O mesmo que chê,
ché e tiê.
Terneiro mamão, Bezerro, novilho. Filhote da vaca
de mais de um ano que ainda mama.
Tirador, s. Espécie de avental de couro macio,
ou pelego, que os laçadores usam
pendente da cintura, do lado esquerdo, para proteger a roupa e o corpo do
atrito do laço.
Tocar por diante, expr. Expulsar, enxotar,
correr. // Conduzir, repontar, levar por diante.
Tropeada, s. Ato de tropear. Caminhada
com a tropa.
Tropeiro, s. Condutor de tropas, de gado, de
éguas, de mulas, ou de cargueiros. Pessoa que se ocupa em comprar e vender
tropas de gado, de éguas ou de mulas. Peão que ajuda a conduzir a tropa, que
tem por profissão ajudar a conduzir tropas.
Trotear, Andar a trote.
Tundo, Dou uma surra, bato.
- U -
Umbú, É, como o
pinheiro e a figueira, uma das árvores simbólicas do Rio Grande do Sul .
- Z -
Zaino, adj.
Diz-se do animal cavalar ou muar de pêlo castanho escuro. Há as seguintes
variedades: zaino-negro, zaino-pangaré, zaino-pinhão, zaino-requeimado. (É
vocábulo castelhano).- (TEXTO ADAPTADO DE: http://kleitonekledir.uol.com.br/gloss.html )
segunda-feira, 9 de julho de 2012
CULTURA GAÚCHA
Com o objetivo de valorizar a cultura gaúcha, bem como oportunizar
vivências, práticas e ações que destaquem aspectos das raízes culturais do
tradicionalismo gaúcho, entre tantos outros. Estão sendo trabalhadas oficinas
de exploração e produção de texto com base nos conhecimentos sobre o Rio Grande
do Sul, orientados pelas funções discursivas na modalidade de Gênero Textual:
Memórias Literárias.
Abaixo, alguns trechos dos Contos
Gauchescos, livro publicado em 1912 e que, apesar do tempo passado, permanece
atual, pois a linguagem pampeana não se modificou muito ao longo dos anos,
devido ao relativo isolamento.
“Ah! Esqueci de dizer-lhe que andava comigo um
cachorrinho brasino, um cusco mui esperto...”
Ø Seguindo a regra do
Espanhol, há “mui” e “muito”, utilizados nas mesmas condições do Espanhol.
Contudo, essa é uma frase muito mais próxima do Português que a maioria das
outras frases gaúchas, pois utiliza o verbo “esquecer” (mais usual “olvidar”) e
o diminutivo “inho” (mais usual “ito”).
“Chinoca airosa,
Lindaça como o sol, fresca
como uma rosa”
Ø Tanto as desinências
“oca” e “aça” quanto o
adjetivo “airosa” são advindos
do Espanhol, e utilizados
largamente.
“Cuê-pucha!... é bicho mau, o
homem. Conte
vancê as maldades que nós fazemos (...), nunca
me esqueço dum caso
que vi e que me ficou cá na lembrança e ficará té eu morrer”
Ø O “vancê”, embora não
esteja de acordo com a regra gramatical, indica a utilização dos pronomes
pessoal (tu) e de tratamento (você) em situações claramente definidas, ao
contrário do Português Brasileiro e de acordo com o Português Europeu e o
Espanhol Castelhano.
Quando diz “que me ficou”, utiliza o pronome “me” onde, seguramente
seria utilizado por um hispânico, e não o seria por um luso-brasileiro.
“O outro, o ruivo (...), vinha todo de preto, com um gabão de pano
piloto (...) e de botas russilhonas, sem esporas”.
“Pela pinta devia ser mui maturrango.”
Ø Ruivo, não
corresponde ao “ruivo” do Português (cabelo avermelhado), mas ao “rubio” do
Espanhol (loiro).
(Texto adaptado de: http://www.orbilat.com/Languages/Portuguese-Brazilian/Dialects/Brazilian_Dialects-Gaucho.html )
BOM TRABALHO!!!
quarta-feira, 14 de março de 2012
Avaliação de atividade: 7º ano - Escolinha Jardim Encantado
De acordo com a exibição do filme “Órbita da Terra em torno do Sol”, feita no dia 14/03/2012, comente acerca dos questionamentos levantados, expondo sua aprendizagem de forma objetiva e clara.
1) O que foi mostrado neste vídeo?
2) O que mais chamou a minha atenção sobre o que foi mostrado na aula?
3) As informações novas que aprendi foram...
4) Em relação ao estudo abordado, gostaria de saber um pouco mais sobre...
5) A informação que foi falada e que eu já conhecia foi ...
6) Meu desempenho durante a atividade (contribuiu para o entendimento da turma ou causei algum transtorno no andamento da aula)
7) O que mais me interessa nas aulas de Ciências é...
Bom trabalho!
domingo, 26 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
PEÇA TEATRAL - PROJETO SEM COR - CEMA
Este vídeo foi apresentado na culminância do "Projeto Sem Cor", sendo produto das oficinas sobre o Apartheid - tema central neste ano - na comemoração do Dia da Consciência Negra - no qual, o texto teatral foi produzido pelas alunas Silmara, Dirly Ellen e Beatriz Paiva (ambas do 9º ano), e ainda contou com a participação de alunos do 7º, 8º e 9º ano como elenco, que serão apresentados ao final da exibição de nossa peça.
Sabemos que o regime de segregação do Apartheid aconteceu anos após a colonização do Brasil, mas, o aspecto que os alunos intentaram explicitar aqui, é a questão da separação e discriminação ao negro devido à sua cultura e posição diante do domínio dos colonizadores na época, ou seja, sempre houve racismo por parte da sociedade com relação aos "afrodescendentes".
Não podemos nos esquecer de que: "raça!!! É uma ... humana", o que devemos lutar é pelos direitos de igualdade entre as diversas etnias.
Sabemos que o regime de segregação do Apartheid aconteceu anos após a colonização do Brasil, mas, o aspecto que os alunos intentaram explicitar aqui, é a questão da separação e discriminação ao negro devido à sua cultura e posição diante do domínio dos colonizadores na época, ou seja, sempre houve racismo por parte da sociedade com relação aos "afrodescendentes".
Não podemos nos esquecer de que: "raça!!! É uma ... humana", o que devemos lutar é pelos direitos de igualdade entre as diversas etnias.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
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