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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

PEÇA TEATRAL - PROJETO SEM COR - CEMA

Este vídeo foi apresentado na culminância do "Projeto Sem Cor", sendo produto das oficinas sobre o Apartheid - tema central neste ano - na comemoração do Dia da Consciência Negra - no qual, o texto teatral foi produzido pelas alunas Silmara, Dirly Ellen e Beatriz Paiva (ambas do 9º ano), e ainda contou com a participação de alunos do 7º, 8º e 9º ano como elenco, que serão apresentados ao final da exibição de nossa peça.
Sabemos que o regime de segregação do Apartheid aconteceu anos após a colonização do Brasil, mas, o aspecto que os alunos intentaram explicitar aqui, é a questão da separação e discriminação ao negro devido à sua cultura e posição diante do domínio dos colonizadores na época, ou seja, sempre houve racismo por parte da sociedade com relação aos "afrodescendentes".
Não podemos nos esquecer de que: "raça!!! É uma ...  humana", o que devemos lutar é pelos direitos de igualdade entre as diversas etnias.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

XVII ANIZART- 29/11/2011 - FICOU NA HISTÓRIA...

 Ficou na História....

Alunos da 7ª A
Peça teatral: "Escola de Vidro"


 











                O Dia da Educação foi o tema do stand apresentado pelos alunos da 7ª série A (Colégio Democrático Estadual Anísio Teixeira), nesta terça (29/11). Segundo o grande líder Nelson Mandela: "A EDUCAÇÃO É A ARMA MAIS PODEROSA QUE VOCÊ PODE USAR PARA TRANSFORMAR O MUNDO". Com o intuito de incitar a valorização e busca pelos ideais de melhoria do ser humano tanto intelectualmente, como também, no sentido de praticar o diálogo consigo, no tocante à sua existência, bem quanto ao seu comprometido com a vida e o meio em que vive, a fim de que se construam influências transformadoras, visando boa qualidade de vida ‒ para si mesmo e à comunidade/grupo em que se relaciona em sociedade.
Nascidas das oficinas ministradas com base em pesquisas, foram apresentadas:
                -Maquetes: ► A primeira Universidade no Brasil;
                                   ► Acampamento das Rocas (Campanha de Alfabetização: “De pé no chão também se aprende a ler”);
                - Vídeos: ► Campanha de Alfabetização: “De pé no chão também se aprende a ler”
                                ► A educação em Potiraguá;
                - Peças teatrais: ►A origem da educação no Brasil;
                                          ► Em busca da boa educação;
                                          ► Escola de vidro.

                - Definição de educação: ► Indígena;
                                                         ► Ambiental.
                Este trabalho foi um grande desafio tanto para a classe, como para mim como educadora, que não poderia deixar esta oportunidade em tentar passar um pouco de conhecimento sobre como veio a ser a formação da educação em nosso país, e ainda, tentar de alguma forma, envolvê-los na magia deste processo de lapidação do homem, no qual,  muitas vezes nem nos damos conta do quanto é preciosa esta capacidade de poder absorver ideias e nos libertar da “escuridão da ignorância”.

Peça teatral: A origem da Educação no Brasil.




“Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão.” (p.52)
“Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.” (p.68)
                                  (PAULO FREIRE)


segunda-feira, 27 de junho de 2011

Curiosidade: Palíndromos





Palíndromos são palavras ou frases que podem ser lidas da esquerda para a direita ou da direita para a esquerda. Podemos dizer que o palíndromo, comparado à frase comum, é como um bilhete de ida-e-volta. "Ana", por exemplo, é um nome palindrômico.
O vocábulo "palíndromo" é de origem grega, sendo formado pelos elementos "palin" (novo), mais "dromo"(percurso, circuito). Palíndromos também podem ser chamados de anacíclicos, ou seja, que voltam em sentido inverso, que refazem inversamente o ciclo.
                            Um dos palíndromos mais antigos e conhecidos está em latim: "SATOR AREPO TENET OPERA ROTAS" (O lavrador diligente conhece a rota do arado"). Este é considerado um palíndromo perfeito, pois pode ser lido em qualquer direção, inclusive de cima para baixo ou de baixo para cima. Observe:
S A T O R
A R E P O
T E N E T
O P E R A
R O T A S 
                            O maior palíndromo que se conhece é a palavra finlandesa "SAIPPUAKIVIKAUPPIAS", de dezenove caracteres, que significa "vendedor de soda cáustica". Já a palavra palindrômica mais extensa do nosso idioma é o superlativo de omisso, OMISSÍSSIMO.
Na construção de sentenças, versos e frases o exemplo tido como mais antigo do Brasil é:  
"ROMA ME TEM AMOR". Depois deste, surgiram vários outros, dentre eles o conhecido: "SOCORRAM-ME, SUBI NO ÔNIBUS EM MARROCOS". Outros dois palíndromos que chamam a atenção pela extensão, são:  "ME VÊ SE A PANELA DA MOÇA É DE AÇO MADALENA PAES, E VEM"  e "LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL".
      
Fonte: Site Só Português (http://www.soportugues.com.br)

http://www.soportugues.com.br/secoes/palindromos/palindromos1.php







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